Homenageados

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Homenagem de Juvêncio de Araújo Figueredo a sua praia Coqueiros de sua predileção- Desterro 1857

12/01/2015 20:43
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10/01/2015 10:02
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Homenagens as estrelas no céu

09/01/2015 21:48
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Um voo de descobertas

04/01/2015 19:03
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Homenagem ao silencio da alma

04/01/2015 18:52
  Um mundo de descobertas leva a alma a cantar sua própria canção no silencio de si...

Homenageando o primeiro do ano- 01-01-2015

02/01/2015 17:02
     Viva 1-01-2015 A vida continua A brilhar neste céu de luzes coloridas É ano...

A Luz...

30/12/2014 21:10
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Homenagem as cores da vida...

30/12/2014 21:05
  As mãos que trabalham juntas musicalizam as cores do arco iris das lidas que em si mesmo......

Luminosidade de amar...

27/12/2014 16:45
  Amar.... simplesmente ser!   Ah! o amor... sentimento sutil infinitamente...
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Florianópolis, 26 de novembro de 2010

Poema apresentado na Sessão Solene “Medalha Cruz e Sousa”, entregue pelo Governador Colombo ás autoridades que se destacaram na área da cultura catarinense em 2012.

Este poema tem como fundo musical, execução e composição da musicista Vera De Barcellos intitulada “Os violões que choram” homenageando o poema com o mesmo título de João da Cruz e Sousa.

 

150 anos de Cruz e Sousa 1861-2011

Hoje meu canto descortina na madrugada

Ciclos nostálgicos de um outono

Que mansinho chega desenrolar suas matrizes d ‘ almas

Na nova estação na terra da antiga Desterro

Gostaria de descortinar num manto primaveril

Os gorjeios dos pássaros em revoadas

E sentir em minha própria pele

Todos os sentimentos que tiveste outrora

Hoje, comemoramos teus cento e cinquenta anos,

E reluzes em brilhos poéticos saudosamente

Nos ângulos profundos da evolução  eterna

Fizeste a ti poeta nos teus delírios saudosos

Quando a alma sofrida em desalinho

Discorrendo de profundas feridas angustiosas

Pela tua pele negra

Do teu povo escravo alforriado

Teus passos em estradas fantasmas

Perambulando por matizes cada vez mais acinzentados...

Tua raiz, teu grito buscando a pátria e a tua liberdade.

Hoje poeta quero cantar

Um hino de libertação pelo teu grito de vitórias

Que retumbou tambores,

Parou guerras literárias e rompeu fronteiras,

 Seguiste rios e ergueste bandeiras

E delineaste a milhões de almas

O império literário do teu verbo

Sensibilizaste a muitos, poucos te compreenderam,

E alguns te desprezaram.

Tua coragem nas mãos erguidas abolicionantes

Tuas palavras nas letras históricas e políticas

Teus gritos poéticos de liberdade

Foram traduzidos por dezenas de línguas

Tuas linhas poéticas circulavam diretrizes concordativas

Tocaram corações,

Simbolizando contornos sensíveis as almas que

Cantam o eterno musical da Libertação Universal

Possas hoje em repouso eterno

Olhar os horizontes profundos dos teus feitos,

 Poeta Negro, Pérola Iluminada, farol para outros poetas

Caminhos para tantos discípulos literários

 Em direção as obras dos imortais da Liberdade Nacional.

Teu manto de Luz toca  todos aqueles

 Que seguem resolutos os compêndios eternos

Da Luminosidade dos pequenos grãos de areia

Caminho em direção ao Solo Eterno

Sim, ao Solo Eterno                           

 ( Apresentado em 22 de novembro de 2011 Sessão Solene na Câmara

dos Deputados em Brasília- Distrito Federal- Plenário Ulisses Guimarães homenageando os 150 anos de Cruz e Sousa)